Marcelo Theodoro de Aguiar nasceu em São Paulo/SP, em 16 de setembro de 1973.
Em 1982, aos oito anos, se tornou calouro no Programa Raul Gil, onde concorreu com adultos e ficou em primeiro lugar. Continuou realizando apresentações em festivais de música sertaneja em São Paulo e aos 15 para 16 anos gravou seu primeiro LP, com o qual ganhou o Prêmio Sharp de revelação masculina da canção popular brasileira. O grande auge de sua carreira musical foi o lançamento do segundo LP, com a música “Não Dá Para Fazer Amor Sem Ter Você”, do compositor Zezé di Camargo, que ocupou durante meses o primeiro lugar das rádios sertanejas de todo o Brasil.
Foi um dos ganhadores do Festival Rímola-Shell, com a música “Saudade Arteira”, que fez parte do seu terceiro LP, e participou das grandes Feiras Agropecuárias do Brasil, como Barretos, Americana e Jaguariúna.
Pela repercussão na música, fez um único trabalho como ator na novela "Estrela de Fogo", da TV Record, onde interpretava um peão que sonhava em ser cantor sertanejo.
Em janeiro de 2000, Marcelo Aguiar se converteu evangélico e depois de alguns meses, foi convidado por Sônia Hernandes para fazer parte da banda Renascer Praise.
Em 2001, o cantor lançou seu primeiro disco solo gospel, "Eu Amo Te Amar". Em 2004 lançou “Coração de Adorador", em CD e DVD gravados ao vivo na Igreja Renascer em Cristo, álbuns estes que tiveram a participação do produtor Reinaldo Barriga.
No final do ano de 2006 Marcelo Aguiar lançou o CD "Louvores Inesquecíveis" produzido por Dudu Borges. Iniciou sua carreira política em 2008, quando foi eleito vereador da cidade de São Paulo pelo PSC. Em 2010 foi eleito deputado federal pelo PSC, por São Paulo, sendo reeleito em 2014 pelo DEM, para a 55.ª legislatura (2015-2019). Causou polêmica ao apresentar o projeto de lei PL 6.449/2016, que visava obrigar operadoras de internet a bloquear “automaticamente” o acesso a pornografia gratuita por parte de crianças e adolescentes. Na justificativa do projeto, explicou que o objetivo seria combater o "vício" na masturbação.
Durante o Governo Michel Temer, votou a favor da PEC do Teto dos Gastos Públicos. Em abril de 2017 foi favorável à Reforma Trabalhista. Em agosto de 2017 votou contra o processo em que se pedia abertura de investigação do então presidente Michel Temer, ajudando a arquivar a denúncia do Ministério Público Federal. Na sessão do dia 25 de outubro de 2017, o deputado, mais uma vez, votou contra o prosseguimento da investigação do então presidente Michel Temer, acusado pelos crimes de obstrução de Justiça e organização criminosa. O resultado da votação livrou o Michel Temer de uma investigação por parte do Supremo Tribunal Federal (STF).
Nas eleições estaduais de 2018, Marcelo recebeu 36.888 votos e não se reelegeu. Em 2020 tentou voltar ao cargo de vereador pela cidade de São Paulo e obteve 8.700 votos, não se elegendo. Concorreu ao cargo de deputado estadual pelo estado de São Paulo nas eleições estaduais de 2022, tendo 42.898 votos, alcançando a suplência.
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