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PENA BRANCA E XAVANTINHO

 

José Ramiro Sobrinho, o Pena Branca, nasceu em Igarapava, no interior do estado de São Paulo, no dia 04 de setembro de 1939 e faleceu em São Paulo/SP, aos 70 anos, no dia 08 de fevereiro de 2010; e Ranulfo Ramiro da Silva, o Xavantinho, nasceu em Cruzeiro dos Peixotos, Distrito de Uberlândia, no estado de Minas Gerais, em 26 de dezembro de 1942 e faleceu em São Paulo aos 56 anos, em 08 de outubro de 1999. Criados na região de Uberlândia no Triângulo Mineiro, eram filhos de Dolores Maria de Jesus, (a "Coitinha" como era carinhosamente conhecida), que lavava roupa para fora, e de Francisco da Silva, que trabalhava numa pequena lavoura que possuía e também criava algumas cabeças de gado em terreno arrendado.
Dona "Coitinha" cantava com seu Francisco que também tocava cavaquinho. Além de cantar, ela também marcava o ritmo com instrumentos de percussão que improvisava com cabaças de porongo e colheres de pau. Assim foi o primeiro contato musical dos meninos que aprenderam os primeiros acordes musicais no cavaquinho do seu Francisco, que faleceu repentinamente em 1950 quando José Ramiro e Ranulfo tinham apenas 11 e 8 anos respectivamente.
Sendo o primogênito, Pena Branca teve que assumir a responsabilidade do sustento da família. Dona "Coitinha" continuava com as improvisações dos instrumentos musicais, tendo inclusive confeccionado uma viola feita de cabaça de porongo e sandálias velhas, cujas tiras de couro foram cortadas em fios finíssimos e fizeram a vez das cordas! E era ela quem mais queria que os meninos tentassem uma carreira artística, já que considerava a música como sendo a libertação daquele trabalho rude e que seguia um sistema praticamente escravocrata.
Em 1953, durante a entressafra, José Ramiro foi trabalhar em Ituiutaba/MG como carregador nos frigoríficos e armazéns. Foi nessa época que comprou sua primeira viola e formou com Zé Pretinho a dupla "Zé Miranda e João do Campo". E, quando voltava a época da safra, José Ramiro voltava pra casa e continuava o trabalho nas fazendas, onde nas horas de folga ensaiava com o irmão Ranulfo. Nesse trabalho, José Ramiro e Ranulfo não recebiam dinheiro, e sim "ordens de pagamento" ao armazém de secos e molhados da localidade.
Melhorando com o tempo o desempenho, começaram a participar de Folias de Reis, quermesses e bailes. Eram comuns também os mutirões em finais de semana, os quais sempre acabavam numa comemoração com comida, bebida, música e dança. E os dois irmãos animavam a festa.
Três anos depois desfez-se a parceria com Zé Pretinho. José Ramiro e Ranulfo continuavam os ensaios freqüentes, e começaram a desenvolver os estilos inspirados nas duplas caipiras da época. José Ramiro tocando uma viola de craveia e Ranulfo tocando um velho violão emprestado de um amigo. E já se apresentavam em clubes onde muitas vezes os palcos eram formados por mesas reunidas.
Em 1958, quando participaram do programa do Coronel Hipopota na Rádio Educadora de Uberlândia, o locutor cismou que "José e Ranulfo" (como eles se denominavam) não era nome de dupla. Contra a vontade dos dois irmãos, anunciou no microfone da emissora a dupla "Peroba e Jatobá". José e Ranulfo não gostaram do nome, apesar da insistência do Coronel Hipopota. Na apresentação seguinte adotaram os nomes de "Barcelo e Barcelinho". Não satisteitos, mudaram o nome para "Xavante e Xavantinho", lembrando das aulas de História na escola primária, e homenageando também o índio brasileiro. Na época, os irmãos continuavam trabalhando como carregadores, o que possibilitou a compra de novas violas. Eles se apresentavam em todos os lugares, e não recusavam nenhum convite. Ranulfo, o Xavantinho, também começou nessa época a escrever as suas primeiras letras.
Com o sanfoneiro Pinagi formaram o "Trio Pena Branca", que em 1964 se apresentava em pequenas cidades do interior goiano. Seu estilo era influenciado diretamente por Vieira e Vieirinha, e também por Pedro Bento e Zé da Estrada, e "Serrinha e Ramón Perez". No repertório, canções típicas da zona rural mineira, polcas paraguaias, folclore boliviano e toadas mexicanas. Desfez-se mais tarde o trio, porém os irmãos "Xavante e Xavantinho" continuaram a se apresentar, e concentraram seu trabalho entre o Triângulo Mineiro e a região Centro-Oeste do Brasil.
E, mais uma vez, tiveram que trocar de nome, pois havia aparecido um cantor de nome artístico Xavante, que formava um trio com Taquari e Otavinho e passara a exigir dinheiro para utilização do seu nome pela dupla "Xavante e Xavantinho". Desta vez então, os irmãos José e Ranulfo aproveitaram o nome do trio que haviam formado antes com Pinagi, o "Trio Pena Branca" e, a partir de então, José Ramiro passou a ser o Pena Branca, e Ranulfo, o Xavantinho, ficando dupla com o nome consagrado que chegou até nós, a despeito das descrenças do Coronel Hipopota que insistia em "Peroba e Jatobá" e afirmava também que com aquele "constante troca-troca" de nomes, a dupla não faria sucesso, embora soubessem cantar muito bem! Aliás, o nome definitivo da dupla nasceu já na capital paulista.
E na dupla, Xavantinho tocava o violão enquanto seu irmão Pena Branca sempre foi o responsável pelo som da viola caipira.
E o destino parecia estar traçado: em 1968, Ramiro e um motorista da transportadora na qual trabalhavam tiveram que ir recuperar a carga de um caminhão que estava a caminho de São Paulo/SP e que havia caído em uma ribanceira no canal de São Simão no estado de Goiás. Ao término do trabalho, Xavantinho decidiu pedir carona e seguir junto com o caminhão usado no socorro, rumo à São Paulo, apenas com a cara e a coragem, e a roupa suja de lama no corpo, sem sequer avisar previamente a família... E prometeu ao irmão Pena Branca: "Mano, um dia vou tirar você daí".
Na Capital Bandeirante continuou trabalhando na filial da mesma transportadora, onde foi promovido a entregador de encomendas. Prosseguia com os ensaios nas horas de folga. Algum tempo depois, Pena Branca também foi para junto do irmão, chamado por ele através de uma carta, e passou a trabalhar na mesma empresa de transporte como conferente de carga. Os dois moravam na pensão da Dona Judite no bairro do Canindé.
E começaram a se apresentar em São Paulo/SP. Em 1969, integraram o grupo de músicos do "Rei do Laço", que era um clube de divulgação da música caipira, freqüentado por figuras importantes do meio, como os famosos e respeitados Tonico e Tinoco, e também a dupla, na época iniciante, Milionário e José Rico.
Em 1970 conquistaram o quarto lugar num festival promovido pela Rádio Cometa e foram convidados a participar da gravação de um compacto, com a música vitoriosa, "Saudade". Foi inclusive na hora de receber esse prêmio que apareceu o cantor de nome artístico Xavante, que quis inclusive vender o nome para José e Ranulfo que não quiseram. Subiram então no palco e anunciaram que, a partir daquele instante, eles eram "Pena Branca e Xavantinho".
Em 1975, passaram a integrar a Orquestra "Coração de Viola", em Guarulhos/SP. Inezita Barroso, num belo dia, estava ensaiando com essa orquestra e percebeu o potencial de Pena Branca e Xavantinho: "Meninos, vocês têm um grande futuro, mas vocês só acontecerão se saírem daqui". Também a Dupla Coração do Brasil, Tonico e Tinoco, foi fazer um show em Barretos/SP e perceberam o valor de José e Ranulfo. No mesmo ano ainda, "Pena Branca e Xavantinho" foram contratados para se apresentar na Basílica de Aparecida do Norte, nos finais de semana, num coreto montado junto à ferrovia. Os shows eram produzidos por Roberto de Oliveira, irmão de Renato Teixeira.
Em 1979, o mesmo empresário Roberto de Oliveira, da gravadora WEA, procurava talentos para integrar o projeto do Selo Rodeio, um selo específico para músicas regionais. E veio o convite para um teste de estúdio após uma apresentação da dupla em Aparecida do Norte. Houve, porém um desencontro e quando chegaram ao estúdio, foram informados de que Roberto havia viajado a negócios. O funcionário que os atendeu recebeu muito negativamente a música "Que Terreiro é Esse?". de autoria de Xavantinho, e detestou mais ainda as outras músicas que eles apresentaram. Nada foi feito e o funcionário aconselhou aos dois irmãos que pegassem a viola e fossem pra casa ensaiar outras coisas, mudar o repertório.
No ano seguinte, em 1980, seguiram o conselho de Roberto de Oliveira e se inscreveram no Festival MPB Shell daquele ano, com a música "Que Terreiro é Esse?", a mesma que havia sido ridicularizada pelo funcionário da WEA. Na apresentação, no Maracanãzinho no Rio de Janeiro, interpretaram a música acompanhados de 16 Violeiros da Orquestra de Guarulhos mais um grupo de percussionistas. A platéia acompanhou com palmas, e a música foi classificada para as finais. Durante o Festival, conheceram Renato Teixeira, Almir Sater, Diana Pequeno, e muitas outras feras da MPB com as quais criariam laços permanentes e importantíssimos.
Roberto de Oliveira, por outro lado, ficou surpreso quando soube da recusa do funcionário da gravadora, que, de acordo com o empresário, teria sido um total descumprimento de suas orientações. E, para reparar o incidente o mais rápido possível, providenciou o lançamento do primeiro LP de Pena Branca e Xavantinho: "Velha Morada", incluindo a música que havia sido refugada: "Que Terreiro é Esse?". No entanto, foi outra música a que mais chamou a atenção da crítica e do meio musical: "Cio da Terra", de autoria de Chico Buarque e Milton Nascimento.
E começaram os convites para programas de TV. O primeiro veio de Rolando Boldrin, que chamou os irmãos para a estréia do Programa "Som Brasil" na Rede Globo em 1981. Em 1982, gravaram o segundo disco, "Uma Dupla Brasileira", o qual foi produzido por Rolando Boldrin, e começaram a viajar pelo Brasil, dentro do projeto "Som do Brasil". Durante este período, assimilaram também novos ritmos, incorporando-os ao seu estilo musical.
O terceiro disco, "Cio da Terra", só veio cinco anos depois, em 1987, na Continental, e desta vez derrubando todas as barreiras entre música caipira e urbana", consagrando o harmonioso casamento de estilo de nossa boa música brasileira. Gravaram Luiz Gonzaga, Lupicínio Rodrigues, Tavinho Moura e Wagner Tiso, sempre com versões inovadoras.
Em 1988, o LP e CD "Canto Violeiro", contou com a participação de Fagner, Tião Carreiro, Almir Sater e Oswaldinho do Acordeon.
O disco seguinte, "Cantadô de Mundo Afora", conquistou o prêmio Sharp de 1990 como sendo Melhor Disco, Melhor Dupla e Melhor Música ("Casa de Barro").
Em 1992, novo prêmio Sharp de melhor disco, conquistaram desta vez com o CD "Ao Vivo em Tatuí", junto com Renato Teixeira, e que foi produzido por Mário de Aratanha e Leo Stinghen; também conquistou o prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) na categoria de melhor disco. E, com este trabalho, conquistariam em 1999, seu primeiro Disco de Ouro, recebido no programa Viola, Minha Viola, da TV Cultura de São Paulo.
O CD "Violas e Canções" foi lançado em 1993, com toadas, batuques e Folias de Reis.
Em 1995, Pena Branca e Xavantinho gravaram na Velas o CD "Ribeirão Encheu", produzido por Tavinho Moura e Geraldo Vianna, e em 1996, gravaram também na gravadora Velas, o CD "Pingo D’Água", produção e direção musical de Kapenga Ventura, com vários sucessos tradicionais do gênero caipira raiz e também da MPB.
Em maio de 1997 conquistaram novo Prêmio Sharp na categoria Melhor Dupla Sertaneja, tendo concorrido com Chitãozinho e Xororó e João Mulato e Pardinho. O último trabalho discográfico da dupla foi o CD "Coração Matuto", lançado em 1998 pela gravadora Paradoxx, novamente produção e arranjos por Kapenga Ventura.
No entanto, Xavantinho, que havia sido internado por problemas respiratórios no Hospital Nipo-Brasileiro em São Paulo, faleceu no início da tarde do dia 8 de Outubro de 1999, aos 56 anos, de insuficiência respiratória e falência múltipla dos órgãos.
Pouco tempo depois do falecimento do Xavantinho, Pena Branca lançou pela gravadora Kuarup dois excelentes CD's: "Semente Caipira" e "Pena Branca Canta Xavantinho". "Semente Caipira" foi vencedor do "Grammy Latino 2001".
Pena Branca se apresentou durante alguns anos com o Grupo "Viola de Nóis", formado por Tarcísio (voz e violão), Rogério Motta (violão de cordas de aço), Christiano (acordeon), Márcio Bonesso (contra-baixo), Dedé Aires e Alex Mororó (Percussão) (o mesmo Grupo Musical que antes era denominado Grupo "Mano Véio") e, com esse conjunto, Pena Branca lançou o terceiro CD após o falecimento do irmão Xavantinho.
Pena Branca também gravou em 2006 o CD "Sertão Violeiro", junto com o Grupo "Viola de Nóis", produzido por Tarcísio Manuvéi, Rogério Mota e Alex Mororó, gravado pela Bequadro Áudio.
Em 2008, Pena Branca gravou o seu último CD intitulado "Cantar Caipira".
Pena Branca faleceu aos 70 anos de idade, no início da noite de 08 de fevereiro de 2010, após sofrer um infarto em sua residência no bairro paulistano do Jaçanã.
Tendo passado mal em sua casa, Pena Branca foi conduzido às pressas pela esposa Maria de Lourdes e por sua vizinha para o Pronto-Socorro do São Luiz Gonzaga (PS Jaçanã), onde faleceu às 18h10.
Para Pena Branca, que nunca havia apresentado nenhum sinal de problemas no coração, esse dia havia transcorrido dentro da normalidade em sua casa, onde ele tinha inclusive tocado algumas músicas em sua viola. Foi um enfarte fulminante que levou Pena Branca ao reencontro com seu irmão Xavantinho...
Seu corpo foi sepultado no Cemitério Parque dos Pinheiros, próximo à Rodovia Fernão Dias.

 

Texto: Sandra Cristina Peripato

 

DISCOGRAFIA

 

LPs e CDs

 

VELHA MORADA - 1980 - RODEIO/WEA - BR 75.017
01) Velha Morada - Xavantinho e Mestre Rezende
02) Frango Assado - Xavantinho e Herotides de Souza
03) A Mãe do Ricaço - Xavantinho
04) Saudades - Xavantinho
05) Cálix Bento - Tavinho Moura
06) Valente Caminhoneiro - Xavantinho
07) Brasil Rural - Xavantinho
08) Pra Que Chorar - Xavantinho
09) Que Terreiro é Esse - Xavantinho
10) O Cio da Terra - Milton Nascimento e Chico Buarque
11) Terno da Estrela Guia - Raul Ellwanger e Luiz Coronel
12) Visite o Sertão - Xavantinho

UMA DUPLA BRASILEIRA - 1982 - RGE - LP= 308.6167
01) Memória de Carreiro - Juraildes da Cruz
02) Sem Meu Deus - Wilson Roncatti
03) Procissão de Gado - José Caetano Erba, Xavantinho e Tião do Carro
04) O Balão Subiu - Laureano
05) Bate na Viola - Athos Campos
06) Cai Sereno - Conde e Elpídio dos Santos
07) Roda Mundo - Arlindo Moniz
08) Canção à Morena da Praia - Xavantinho, Tião do Carro e Moacyr dos Santos
09) Marvada Pinga - Laureano
10) Saracurinha Três Potes - Cândido Canela e Téo Azevedo
11) E a Mata Gemeu - Xavantinho e Maria Chiquinha
12) Tirando Aço do Chão - Xavantinho, Moacyr dos Santos e Martins Neto

 

CIO DA TERRA - 1987 - CONTINENTAL - LP= 1.71.405.648  
01) Encontro de Bandeiras - Xavantinho e Tavinho Moura
02) Cuitelinho - Adaptação.: Milton Nascimento e Wagner Tiso
03) Perguntas - Xavantinho e João Carvalho
04) O Aboiador - Xavantinho
05) Gente que Vem de Lisboa - Fernando Brant e Tavinho Moura
- Peixinhos do Mar - Tavinho Moura
06) Cantiga Caicó - Villa Lobos e Teca Calazans - Adaptação: Milton Nascimento
07) Maria Louca - Xavantinho
08) O Cio da Terra - Milton Nascimento e Chico Buarque de Holanda
09) Canoa do Rio - Renato Teixeira
10) Moda de Viola - Moniz
11) O Grande Sertão - Xavantinho
12) Vaca Estrela e Boi Fubá - Patativa do Assaré

 

CANTO VIOLEIRO - 1988 - CONTINENTAL - LP= 1.71.405.657 
01) Penas do Tiê - Adaptação: Raimundo Fagner
02) Fábulas de Carreiro - Moniz
03) Não Mande a Geada Não - Maria do Céu
04) Cálix Bento - Adaptação: Tavinho Moura
05) Os Frutos Dourados do Sol - Renato Teixeira e Luiz Coronel
06) Zé Granfino - Xavantinho
07) Restinga - Xavantinho e João Carvalho
08) Vento Violeiro - José Fortuna e Carlos Cézar
09) Mulheres da Terra - Moniz e Xavantinho
10) Trote Magoado - Sérgio Santos e Murilo Antunes
11) Samba de Roda - Athos Campos e Geraldo
12) Eu, a Viola e Deus - Rolando Boldrin

 

CANTADÔ DE MUNDO AFORA - 1990 - CONTINENTAL - LP= 1.71.405.676
01) Amor de Violeiro - Rolando Boldrin
02) Noites do Sertão - Milton Nascimento e Tavinho Moura
03) Cantiga do Arco-Íris - Xavantinho e Moniz
04) Casa de Barro - Xavantinho e Cláudio Balestro
05) Lua Santa - Moniz
06) 60 Léguas Num Dia - Renato Teixeira e Chico Alves
07) Quebra de Milho - Tom Andrade e Manoelito
08) Chuá, Chuá - Pedro Sá Pereira e Ari Pavão
09) Vida Afora - Wagner Tiso e Murilo Antunes
10) Menina - Paulinho Nogueira
11) Lamento da Natureza - Xavantinho e Wilson Roncatti
12) Mazzaropi - Jean e Paulo Garfunkel
13) Felicidade - Lupicinio Rodrigues

 

RENATO TEIXEIRA E PENA BRANCA E XAVANTINHO - AO VIVO EM TATUÍ - 1992 - KUARUP - KLP-053
 
01) Amanheceu Peguei a Viola - Renato Teixeira
02) Chalana - Arlindo Pinto e Mário Zan
03) Rio de Lágrimas - Lourival dos Santos, Piraci e Tião Carreiro
04) Raízes - Renato Teixeira
05) Romaria - Renato Teixeira
06) O Cio da Terra - Milton Nascimento e Chico Buarque de Holanda
07) Gente que vem de Lisboa - Peixinhos do Mar - Fernando Brant e Tavinho Moura
08) Vide, Vida Marvada - Rolando Boldrin
09) O Violeiro Toca - Almir Sater e Renato Teixeira
10) Meu Veneno - Renato Teixeira
11) Amora - Renato Teixeira
12) Tocando em Frente - Almir Sater e Renato Teixeira
13) Canto do Povo de um Lugar - Caetano Veloso
14) Jardim da Fantasia - Paulinho Pedra Azul
15) Vaca Estrela e Boi Fubá - Patativa do Assaré
16) Cuitelinho - Adaptação.: Milton Nascimento e Wagner Tiso
17) Quebra de Milho - Tom Andrade e Manoelito
18) Chuá Chuá - Pedro Sá Pereira e Ari Pavão
19) Rapaz Caipira - Renato Teixeira
20) De Papo Pro Á - Joubert de Carvalho e Olegário Mariano
21) Cálix Bento - Adaptação: Tavinho Moura

VIOLAS E CANÇÕES - 1993 - VELAS - LP= 11-V014
 
01) Arruda com Alecrim - Moniz
02) Viola Quebrada - Mário de Andrade
03) Alma de Gato - Tavinho Moura e Murilo Antunes
04) Uirapurú - Jacobina e Murilo Latini
05) Rancho Triste - Xavantinho
06) Viola Marvada (Chora Viola) - Renato Teixeira
07) Triste Berrante - Adauto Santos
08) Santos Reis - Adaptação: Ely Camargo
09) Menina Bonita - Wilson Frade
10) O Ciúme - Caetano Veloso
11) A Estrada do Sertão - João Pernambuco, Herminio Bello de Carvalho e Wilson Rodrigues
12) Queimadas - Xavantinho
13) Ituverava - Ivan Lins e Vitor Martins
14) Sertão e Viola - Xavantinho
15) Lavoura dos Sonhos - Joel Marques
16) Beira-Mar - Adaptação: Frei Chico

SOM DA TERRA - 1994 - WARNER - LP= 994879-1 - CD= 994879-2
01) Encontro de Bandeiras - Xavantinho e Tavinho Moura
02) Cuitelinho - Adaptação.: Milton Nascimento e Wagner Tiso
03) O Cio da Terra - Milton Nascimento e Chico Buarque de Holanda
04) O Grande Sertão - Xavantinho
05) Vaca Estrela e Boi Fubá - Patativa do Assaré
06) Penas do Tiê - Adaptação: Raimundo Fagner
07) Fábulas de Carreiro - Moniz
08) Cálix Bento - Adaptação: Tavinho Moura
09) Vento Violeiro - José Fortuna e Carlos Cézar
10) Samba de Roda - Athos Campos e Geraldo
11) Eu, a Viola e Deus - Rolando Boldrin
12) Amor de Violeiro - Rolando Boldrin
13) Cantiga do Arco-Íris - Xavantinho e Moniz
14) Casa de Barro - Xavantinho e Cláudio Balestro

RIBEIRÃO ENCHEU - 1995 - VELAS - LP= 11-V083
 
01) Ribeirão Encheu - Tradicional - Adptação: Tavinho Moura
02) Cantiga das Rosas - Moniz
03) Estrelada - Milton Nascimento e Márcio Borges
04) Oração de Camponês - Xavantinho
05) No Dia em que eu Vim me Embora - Caetano Veloso e Gilberto Gil
06) Sodade Meu Bem Sodade - Zé do Norte
07) Fiquem com Deus - Dominguinhos e Oliveira
08) Velho Catireiro - Pena Branca e Xavantinho
09) Congo - Tadeu Franco e Marco Antônio Martins
    Joga na Bandeira - Wagner Tiso
10) A Mulher do Mar - Jota Maranhão e Paulo César Pinheiro
11) Trem das Gerais - Xavantinho
12) Chaleira do Alto da Poeira - Tavinho Moura e Fernando Brant
13) Luar do Sertão - Catulo da Paixão Cearense e João Pernambuco

 

PINGO D'ÁGUA - 1996 - VELAS - LP= 11-V171
 
01) A Vida do Viajante - Luiz Gonzaga e Hervé Cordovil
02) Flor do Cafezal - Luiz Carlos Paraná
03) A Saudade mata a Gente - João de Barro e Antônio Almeida
04) Farra de Peão - Almir Sater, Xavantinho e Renato Teixeira
05) Chalana - Mário Zan e Arlindo Pinto
06) Poeira - Luiz Bonan e Serafim Colombo Gomes
07) Pingo D'água - Raul Torres e João Pacífico
08) De Papo Pro Ar - Joubert de Carvalho e Olegário Mariano
09) Romaria - Renato Teixeira
10) Tristeza do Jeca - Angelino de Oliveira
11) Baião da Serra Grande - Palmeira e Fred Williams
12) O Trem tá Feio - Tavinho Moura e Murilo Antunes
13) O Cio da Terra - Milton Nascimento e Chico Buarque

 

O MELHOR DE PENA BRANCA E XAVANTINHO - 1997 - VELAS - CD= 11-V241
 
01) No Dia em que Eu Vim-me Embora - Caetano Veloso e Gilberto Gil
02) Sodade, Meu Bem, Sodade - Zé do Norte
03) Luar do Sertão -Catulo da Paixão Cearense e João Pernambuco
04) Reisado - Adaptação: Teddy Vieira
05) Uirapuru - Jacobina e Murilo Latini
06) Triste Berrante - Adauto Santos
07) Viola Marvada (Chora Viola) - Renato Teixeira
08) O Ciúme - Xavantinho e Tavinho Moura
09) Ituverava - Ivan Lins e Vitor Martins
10) Beira-Mar - Adaptação: Frei Chico
11) O Rei do Gado - Teddy Vieira
12) Chalana - Mário Zan e Arlindo Pinto
13) Romaria - Renato Teixeira
14) O Cio da Terra - Milton Nascimento e Chico Buarque de Holanda

 

CORAÇÃO MATUTO - 1998 - PARADOXX MUSIC - CD= 1607004-1
01) Planeta Água - Guilherme Arantes
02) Estrada - Xavantinho
03) Lambada de Serpente - Djavan e Cacaso
04) Engenho de Flores - Josias Silva Sobrinho
05) Cravos da Primavera - Moniz e Xavantinho
06) Quando o Amor se Vai - Renato Teixeira
07) Carreiro Velho - Xavantinho
08) Leilão - Hekel Tavares e Joracy Camargo
09) Divina Estrela - Tadeu Franco e Julio Costaval
10) Morro Velho - Milton Nascimento
11) Amor de Violeiro - Murilo Alvarenga
12) Serenata - Mário Campanha e Xavantinho
13) Vida no Campo - Juraildes da Cruz

 

POR SEUS AUTORES E INTÉRPRETES - 2000 - SESC-SP JCB-0709-035
01) O Cio da Terra - Milton Nascimento e Chico Buarque de Holanda
02) Boiadeiro do Norte - Zulmiro Silva
03) Casinha de Aço - Roque José de Almeida e Teddy Vieira
04) Amo-te Muito - João Chaves
05) Velho Catireiro - Pena Branca e Xavantinho
06) Reisado - Adaptação: Teddy Vieira
07) Cálix Bento - Adaptação: Tavinho Moura
08) Que Terreiro é Esse - Xavantinho
09) Mazzaropi - Jean e Paulo Garfunkel
10) Felicidade - Lupicinio Rodrigues
11) Memória de Carreiro - Juraildes da Cruz
12) Cuitelinho - Adaptação.: Milton Nascimento e Wagner Tiso
13) E a Mata Gemeu - Xavantinho e Maria Chiquinha
14) O Cio da Terra - Milton Nascimento e Chico Buarque de Holanda

 

RAÍZES DA MÚSICA SERTANEJA - 2000 - WARNER
 
01) Perguntas - Xavantinho e João Carvalho
02) Cálix Bento - Adaptação: Tavinho Moura
03) Restinga - Xavantinho e João Carvalho
04) Maria Louca - Xavantinho
05) Moda e Viola - Moniz
06) Encontro de Bandeiras - Xavantinho e Tavinho Moura
07) Eu, a Viola e Deus - Rolando Boldrin
08) Trote Magoado - Sérgio Santos e Murilo Antunes
09) Vento Violeiro - José Fortuna e Carlos Cézar
10) Zé Granfino - Xavantinho
11) Os Frutos Dourados do Sol - Renato Teixeira e Luiz Coronel
12) Fábulas de Carreiro - Moniz
13) O Aboiador - Xavantinho
14) Samba de Roda - Athos Campos e Geraldo

25 ANOS - 2001 - WARNER - CD= 092740964-2
 
01) O Grande Sertão - Xavantinho
02) Cuitelinho - Adaptação.: Milton Nascimento e Wagner Tiso
03) Perguntas - Xavantinho e João Carvalho
04) O Aboiador - Xavantinho
05) Peixinhos do Mar - Tavinho Moura
06) Cantiga Caicó - Villa Lobos e Teca Calazans - Adaptação: Milton Nascimento
07) Maria Louca - Xavantinho
08) Encontro de Bandeiras - Xavantinho e Tavinho Moura
09) Moda de Viola - Moniz
10) Cálix Bento - Adaptação: Tavinho Moura
11) Vaca Estrela e Boi Fubá - Patativa do Assaré
12) Cantiga do Arco-Íris - Xavantinho e Moniz
13) Casa de Barro - Xavantinho e Cláudio Balestro
14) Amor de Violeiro - Rolando Boldrin

OS GIGANTES - 2005 - WARNER     
01) Cuitelinho - Adaptação.: Milton Nascimento e Wagner Tiso
02) Eu, a Viola e Deus - Rolando Boldrin
03) Felicidade - Lupicinio Rodrigues
04) Cálix Bento - Adaptação: Tavinho Moura
05) Vaca Estrela e Boi Fubá - Patativa do Assaré
06) Amor de Violeiro - Rolando Boldrin
07) Encontro de Bandeiras - Xavantinho e Tavinho Moura
08) O Aboiador - Xavantinho
09) Samba de Roda - Athos Campos e Geraldo
10) O Grande Sertão - Xavantinho
11) Casa de Barro - Xavantinho e Cláudio Balestro
12) Fábulas de Carreiro - Moniz
13) Moda de Viola - Moniz
14) Perguntas - Xavantinho e João Carvalho

WARNER 30 ANOS - 2006 - WARNER

01) Encontro de Bandeiras - Xavantinho e Tavinho Moura
02) O Cio da Terra - Milton Nascimento e Chico Buarque de Holanda
03) O Grande Sertão - Xavantinho
04) Mazzaropi - Jean e Paulo Garfunkel
05) Vaca Estrela e Boi Fubá - Patativa do Assaré
06) Penas do Tiê - Adaptação: Raimundo Fagner
07) Fábulas de Carreiro - Moniz
08) Trote Magoado - Sérgio Santos e Murilo Antunes
09) Vento Violeiro - José Fortuna e Carlos Cézar
10) Samba de Roda - Athos Campos e Geraldo
11) Eu, a Viola e Deus - Rolando Boldrin
12) Cuitelinho - Adaptação: Milton Nascimento e Wagner Tiso
13) Cálix Bento - Adaptação: Tavinho Moura
14) Casa de Barro - Xavantinho e Cláudio Balestro

 

UMA DUPLA BRASILEIRA - 2006 - TRAMA - CD= 12882
01) Memória de Carreiro - Juraildes da Cruz
02) Sem Meu Deus - Wilson Roncatti
03) Procissão de Gado - José Caetano Erba, Xavantinho e Tião do Carro
04) O Balão Subiu - Laureano
05) Bate na Viola - Athos Campos
06) Cai Sereno - Conde e Elpídio dos Santos
07) Roda Mundo - Arlindo Moniz
08) Canção à Morena da Praia - Xavantinho, Tião do Carro e Moacyr dos Santos
09) Marvada Pinga - Laureano
10) Saracurinha Três Potes - Cândido Canela e Téo Azevedo
11) E a Mata Gemeu - Xavantinho e Maria Chiquinha
12) Tirando Aço do Chão - Xavantinho, Moacyr dos Santos e Martins Neto

 

80 ANOS DE MÚSICA SERTANEJA - 2008 - WARNER
 
01) Perguntas - Xavantinho e João Carvalho
02) Cálix Bento - Adaptação: Tavinho Moura
03) Restinga - Xavantinho e João Carvalho
04) Maria Louca - Xavantinho
05) Moda e Viola - Moniz
06) Encontro de Bandeiras - Xavantinho e Tavinho Moura
07) Eu, a Viola e Deus - Rolando Boldrin
08) Trote Magoado - Sérgio Santos e Murilo Antunes
09) Vento Violeiro - José Fortuna e Carlos Cézar
10) Zé Granfino - Xavantinho
11) Os Frutos Dourados do Sol - Renato Teixeira e Luiz Coronel
12) Fábulas de Carreiro - Moniz
13) O Aboiador - Xavantinho
14) Samba de Roda - Athos Campos e Geraldo

PENA BRANCA - SEMENTE CAIPIRA - 2000 - KUARUP - KCD-135
 
01) Espera eu Chegar - Kapenga Ventura e Guca
02) Casa Amarela - Pena Branca
03) Marcolino - Tradicional
04) Minha Floresta - Fátima Leão, Neto e Alexandre
05) Rio Abaixo Vou Viver - Pena Branca e Murilo Antunes
06) Correnteza -
Tom Jobim e Luis Bonfá
07) Quando o Amor se Vai - Renato Teixeira
08) As Mocinhas da Cidade - Nhô Belarmino e Gabriela
09) Papo Furado - Pena Branca
10) A Banana Deu no Pé - Kapenga Ventura e Guca
11) Canção dos Herdeiros -
Arlindo Moniz
12) Maringá - Joubert de Carvalho
13) Aliança - Juraildes da Cruz e Genésio Tocantins
14) São Gonçalo do Rio Preto -
Tavinho Moura
15) Serenô - Tradicional

 

PENA BRANCA CANTA XAVANTINHO - 2002 - KUARUP - KCD-157 
01) O Grande Sertão - Xavantinho
02) Suíte do Trem - Xavantinho
03) Primeira Cantiga: Meu Velho Carro de Boi - Xavantinho
04) Restinga, Sertão e Viola - Xavantinho e Pena Branca
05) A Mata Gemeu - Xavantinho
06) Casa de Barro - Xavantinho e Cláudio Balestra
07) Encontro de Bandeiras - Xavantinho e Tavinho Moura
    Que Terreiro é Esse? - Xavantinho
08) Oração de Camponês - Xavantinho
09) Velho Catireiro - Xavantinho e Pena Branca
10) O Aboiador - Xavantinho
11) Meu Céu - Xavantinho e Zé Mulato
12) Mulheres da Terra - Xavantinho e Arlindo Moniz
13) Cantiga do Arco-Íris - Xavantinho e Arlindo Moniz
14) Estrada - Xavantinho
15) Farra de Peão - Xavantinho, Almir Sater e Renato Teixeira

 

CANTAR CAIPIRA - 2008 - VELAS
01) Minha Viola Quebrou - Aleixinho e Pena Branca
02) Filho do Sertão -
03) Janela da Fazenda - Pena Branca
04) Quatro Colinas -
05) Casinha de Palha - Godofredo Guedes
06) Jardim da Fantasia - Paulinho Pedra Azul
07) Onze Horas - Meire Parce e Pena Branca
08) Cuitelinho - Recolhido por Paulo Vanzolini e Antônio Xandó
09) Nuvem de Cambraia - Pena Branca
10) Senzala - Pena Branca
11) Veleiro da Saudade - Pena Branca
12) Dança do Bugio - Pena Branca
13) Boiadeiro do Interior -
14) Cortejo -
15) Festa do Três Santos -

 

DVDs

 

ENSAIO - 1991

 

MÚSICAS

 

 

VÍDEOS

 

Pena Branca e Xavantinho interpretando "O Cio da Terra" no Programa Viola Minha Viola

Pena Branca e Xavantinho interpretando "Triste Berrante" no Programa Viola Minha Viola

Pena Branca e Xavantinho interpretando "Cuitelinho" no Programa Viola Minha Viola

Pena Branca e Xavantinho no Programa "Ensaio" (TV Cultura) em 1991

 

FOTOS

 

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Pena Branca e Xavantinho - 01 Pena Branca e Xavantinho - 02 Pena Branca e Xavantinho - 03 Pena Branca e Xavantinho - 04 Pena Branca e Xavantinho - 05 Pena Branca e Xavantinho - 06 Pena Branca e Xavantinho - 07 Pena Branca e Xavantinho - 08 Pena Branca e Xavantinho - 09 Pena Branca e Xavantinho - 10 Pena Branca e Xavantinho - 11 Pena Branca e Xavantinho - 12 Pena Branca e Xavantinho - 13 Pena Branca e Xavantinho - 14 Pena Branca e Xavantinho - 15 Pena Branca e Xavantinho - 16 Pena Branca e Xavantinho - 17 Pena Branca e Xavantinho - 18 Pena Branca e Xavantinho - 19 Pena Branca e Xavantinho - 20 Pena Branca e Xavantinho - 21 Pena Branca e Xavantinho - 22 Pena Branca e Xavantinho - 23 Pena Branca e Xavantinho - 24 Pena Branca e Xavantinho - 25 Pena Branca e Xavantinho - 26 Pena Branca e Xavantinho - 27 Pena Branca e Xavantinho - 28 Pena Branca e Xavantinho - 29 Pena Branca e Xavantinho - 30 Pena Branca e Xavantinho - 31 Autógrafo de Pena Branca Pena Branca - 01 Pena Branca - 02 Pena Branca - 03 Pena Branca - 04 Pena Branca - 05 Pena Branca - 06 Pena Branca - 07 Pena Branca - 08 Pena Branca - 09 Pena Branca - Missa 7º dia Pena Branca - Viola Caipira - Vol. 02 (agosto de 2003) Pena Branca e Xavantinho - Reportagem Estadão - 03-05-2002 Pena Branca e Xavantinho - Reportagem Jornal Coração Sertanejo Pena Branca e Xavantinho e Milton Nascimento Pena Branca e Xavantinho no Som Brasil Pena Branca e Xavantinho no Viola Minha Viola - 01 Pena Branca e Xavantinho no Viola Minha Viola - 02 Pena Branca no Viola Minha Viola - 001 Pena Branca no Viola Minha Viola - 002 Pena Branca no Viola Minha Viola - 003 Zeca, Sandra Cristina Peripato e Pena Branca visual lightbox for MACby VisualLightBox.com v6.1